terça-feira, 31 de Março de 2009

I'm not alone!

Eu bem vos alertei para quem era Obama há uns meses atrás. E para provar que não estou sozinha nesta teoria da conspiração... perdão, da realidade, aqui fica um vídeo que vem corroborar a ideia que eu tinha da personalidade do senhor que agora manda no mundo.

P.S. - Obama is a pimp! Obama is a bissexual, like a bycicle, you roll on both hands... of the sexual spectrum! Acho que não é preciso dizer mais nada, a não ser que o Jason Jones está genial no papel de Kevin Space nos Suspeitos do Costume com um misto de Bruce Willis no Die Hard 3. Apesar disto tudo parece-me excessiva a insinuação à raça do Sr. Presidente com a frase Obama is a suave boy next door that you would just feel very confortable having a latte with.

sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Oscar's Time!

Pois é, lá chegou aquela altura do ano em que a Pinheirinha e os amigos se vão colar madrugada dentro com o AXN para a noite de Óscares. Eu que me tento preparar com antecedência para esta noite, vendo o máximo possível de filmes nomeados para depois no dia afirmar com toda a convicção, do alto da minha sapiência hollywoodiana, quem serão os vencedores, baldei-me inexplicavelmente este ano. Ainda quase não vi nenhum filme dos que têm mais nomeações e pior, só há uns dias atrás é que soube quem ia apresentar o espectáculo. Daí este post.

Indubitavelmente, uma parte do burburinho que gira à volta da cerimónia dos Óscares está relacionado com quem o apresenta. O espectáculo não é só o "toma lá a estatueta e faz um discurso rápido, para ver se pagamos um pouco menos à banda!". Não. É essencial que se faça a revista cinematográfica e política do ano transacto e de forma a arrancar o maior número possível de risos da audiência. Assim, é natural que normalmente os apresentadores sejam reputados comediantes. Daí que não seja de estranhar que Billy Cristal e Steve Martin sejam os mais emblemáticos nomes de apresentação da cerimónia. Whoppi Goldberg também já pisou o palco do Kodak Theatre e o Los Angeles Shrine Auditorium umas quantas vezes, mas pessoalmente, acho que sem grande sucesso. Mais recentemente a Academia tem apostado em pessoas com um talento enorme, mas não tão mainstream por assim dizer. Exemplo disso temos o caso (falhado) de Chris Rock, do (brilhante) Jon Stewart e da (surpreendente) Ellen Degeneres. 2007 foi o ano desta última e aquele que me pareceu o melhor dos últimos 5 anos. 2009 reserva-nos... Hugh Jackman.

"Hugh Jackman???" Foi o balão que surgiu por cima da minha cabeça quando li a notícia. "Hugh Jackman??? O da Austrália? Do filme e do país? O que foi recentemente considerado o mais sexy homem à face da Terra pela People? :S Weird", pensei eu. Mas rapidamente mudei de opinião e o que me fez mudá-la foi o artigo que aqui vos vou deixar e o maravilhoso mundo do YouTube. Então não é que o rapaz já havia apresentado os Tony 3 vezes e mais uma série de eventos? Não seria isso que lhe concederia um lugar de espanto na minha consideração (que obviamente não lhe interessa para nada), mas sim o facto de ter percebido que o senhor tem um talento especial para a cantoria e para a comédia. Daí que estou muito curiosa para ver o que está preparado para este ano.

O artigo que aqui vos deixo teve dois efeitos surpresa em mim. O primeiro quando percebi quem ia ser o apresentador dos Óscares este ano, o segundo está relacionado com quem o escreveu. Joel Stein é colunista regular da Time e apesar de já ter lido muitos artigos dele, este foi provavelmente dos melhores. Isto para lembrar que há um ano atrás, por esta altura, estava a realizar-se a maior greve de argumentistas e guionistas da história do entretenimento mundial e que parece que só quando isso acontece é que as pessoas se lembram que a maioria do que nos entra pelo televisor adentro, o que assistimos nas telas do cinema e muito do que se faz na internet sai das cabecinhas de milhares de anónimos que raramente são mencionados ou reconhecidos como realmente deveriam ser. Como por exemplo, o jovem Jon Favreau, ou como Obama gosta de lhe chamar "my mind reader". Se Obama ganhou a presidência dos Estados Unidos foi muito graças ao seu autor dos discursos. Com Obama ou sem Obama (e podem apostar que ele estará presente na cerimónia no próximo domingo, não em pessoa, mas nas palavras de Hugh Jackman) o que interessa é que pressinto uma muito engraçada edição de Óscares este ano. E uma vez que me baldei indecentemente em relação aos filmes nomeados, pelo menos quero-me divertir com o acessório do espectáculo! Let the show begin...




I WROTE THE OSCARS! by Joel Stein

For reasons I accept but will never fully understand, hundreds of millions of people would rather be entertained by the Oscars than by this column. So I felt vindicated when I got an e-mail three weeks ago from John Palermo, the producing partner of this year's host, Hugh Jackman, saying he liked my work and wanted me to write for the Academy Awards. I wasn't exactly sure how the Academy expected me to craft an opening in which Jackman quickly segued into talking about me and my sophomoric sexual obsessions, but I was up for the challenge.

Since this was clearly the biggest, most important comedy job I'd ever get, I expected the Academy to send an official package of Oscar history, tips from past writers and a truckload of money. Instead, I got just some grainy DVDs of Jackman hosting the Tony Awards. I was starting to wonder if I was really hired by the Oscars when I found out I wasn't. It turns out the Academy hires pros like Bruce Vilanch for the presenter banter but lets the host pick his own team. This makes sense when the host is a comedian with a staff of writers. It makes less sense when the host is known for being PEOPLE's Sexiest Man Alive. What I've learned from late-night Cinemax is that sexy people don't place a high value on writing.

Luckily, all four of us had a few things in common. We hated The Curious Case of Benjamin Button and had no idea that The Reader wasn't a children's magazine. We also thought Jackman shouldn't tell any jokes and should instead open with a big musical number that references the recession. But every good concept we had we immediately killed because it reminded us of Billy Crystal. You would think that would be a good thing, since Crystal was the most beloved Oscar host ever and got the job eight times. But comedy writers are far more interested in impressing other comedy writers than in pleasing an audience. This is why most comedy sucks. If we thought we could have gotten away with an opening number that made fun of genocide, we would have. Instead, we just wasted hours making those jokes anyway. We also spent a lot of time trying to figure out if we'd get in trouble for ordering room service. The answer, so far, is no.

The only proof that we really were writing for the Oscars is that Jackman would visit our room for a couple of hours each day. To my surprise, the best kind of boss is a sexy boss. Jackman greeted each of us with a giant hug, which would have been a perfect test of how gay I am, except I was totally focused on making sure I wasn't crushed to death by his giant lats. So ... pretty gay. Jackman would laugh uproariously at everything we suggested, which is one of the huge advantages of writing for a noncomedian. He acted out all our stuff, belted out our songs while standing on furniture and even watched most of Be Kind Rewind with us for no good reason. He was so omniscient in his niceness that not only did he look sad when we played him the Christian Bale freak-out tape, but he also, after agreeing to record a parody of it, called Bale to make sure it was cool if we put it online. He even let me try on the real, $18,000 plastic Wolverine claws, which made me want to do a bit about the moon and body hair; the reaction made me realize I probably should have seen an X-Men movie before writing for Jackman.

It soon became clear that not only was writing for the Oscars not the hardest job of my life, it wasn't even the hardest job of my week. We brought in a guy who wrote music, and six days later, the opening number was complete. It's not bad, and when Jackman sings it, it's great. Because while we weren't smart enough to write great jokes, we were smart enough to figure out that Oscar audiences don't remember jokes. They remember whether the host set the celebratory mood, as Crystal did. Our job was to get out of the way of Jackman's charm, and if that meant ordering room service and letting the other writers do all the actual lyric-writing, then I was a fine hire. All the good jokes, by the way, were mine.

P.S. - Estou realmente convencida que seria uma mais valia nas Produções Fictícias. Porquê? Reparem no título! E mais não digo. Ih Ih!

domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Directement de Île-de-France...

... com um pouco de sotaque ... au revoir!!! Au revoir Paris!!! Nous allons revenir un jour! :)

terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Na realidade eu queria era que as guerras acabassem e que as criancinhas não tivessem fome, mas a coroa não me serve neste dia de Reis!

Fazer resoluções de Ano Novo parece ser a tarefa de milhões no dia 31 de Dezembro de todos os anos e embora não seja apologista disso, o certo é que o ciclo, de uma forma ou de outra, se faz sentir nas minhas veias. Assim, aqui fica uma pequena amostra de algumas coisas que quero fazer ou mudar na minha vida nos próximos 365 dias... quer dizer, nos 359 que restam. Se se lembrarem de alguma coisa que vos pareça premente na minha vida para este ano sintam-se à-vontade para acrescentar.

- NÃO usar o cartão ZON tudinho.
- Pintar o cabelo de ruivo e fazer extensões.
- NÃO escolher uma música para este novo ano.
- Usar o MSN todos os dias de forma a manter o contacto com os outros o mais virtualmente possível.
- NÃO tentar deixar de fumar.
- Travar a vida.
- NÃO mais escrever longos textos neste blog.
- Deixar de ser "esquizofrénica".
- NÃO conhecer pessoas novas.
- Comprar um carro, novinho em folha.
- NÃO arranjar emprego.
- Ir todos os fins-de-semana aos mesmos locais que fui em 2008.
- NÃO fazer mais que uma ÚNICA viagem este ano (depois de 8 de Fevereiro encosto às "boxes")
- Ler cada vez menos livros, revistas e jornais.
- NÃO pintar nenhum quadro.
- Deixar de ser cínica.
- NÃO ser optimista.
- Ser monocromática.
- NÃO ser excessivment gaie ou excessivement triste.
- Mudar a minha alcunha de Pinheirinha para Verdinha.



So if you're out there BOM ANO!!! :)

terça-feira, 4 de Novembro de 2008

OBAMA MATA A AVÓ

Obama mata avó. É verdade e tudo começou há cerca de 30 e tal anos atrás. Durante toda a campanha Obama foi acusado de ser demasiado branco, pouco negro, frio, calculista, arrogante, inexperiente no campo político, pedante, etc., etc., etc… Ora nada disto foi tão verdade como até ao dia de hoje, pronto... de ontem.

O candidato presidencial chamava à avó tutu, há quem diga que era uma alcunha carinhosa havaiana para avó, no entanto olhando para este nome facilmente percebi que tutu não passa de uma mistura de tutsi e hutu, que como toda a gente sabe são os povos que em 1994 andaram à porra e à massa lá para os lados do Ruanda, aquando do genocídio (sendo que foram os tutsis que levaram com a massa, o que faz de Obama um Hutu). E foi quando a história do cancro me começou a cheirar mal. Assim o meu faro de Geraldo Rivera/ Maria José Morgado/ Inspector Gadjet fez-me pesquisar um pouco e trazer até vocês a Verdadeira História sobre a morte de Madelyn Dunham.

He spoke of her often on the campaign trail, mentioning that she worked in a bomber assembly plant during World War Two. Later, she worked as a secretary in a bank and was eventually promoted to vice president, reportava a CNN. Até aqui tudo bem. O que eles se esqueceram de dizer foi que uma vez a avó chegou a casa, depois de um dia de trabalho como vice-presidente lá do banco, virou-se para o neto e disse Obamazinho traz um chazinho à avó! Obama fez ouvidos de mouco, o que era uma estupidez, uma vez que com aquelas orelhas o puto não enganava ninguém. A avó repetiu mais uma e outra vez até que se irritou e foi ver o que ele estava a fazer. Foi dar com o Obamazinho no jardim com várias páginas de revistas e jornais espalhados à sua volta. Numa estava o Rockefeller, noutra uma foto do Neil Armstrong na lua, noutra Jackeline Kennedy. No entanto, no centro de cerca de 10 páginas estava uma do Washington Post com uma fotografia da Casa Branca. Barack perguntou a Madelyn se podiam viver naquela casa grande ao que a avó respondeu com uma gargalhada estridente, acrescentando Porque é que achas que essa casa se chama Casa Branca? Pensas que és o Luther? Vê o que lhe fizeram há 3 anos atrás! Não, meu querido, não podes viver lá. E continuou a rir de regresso a casa. Obama ficou furioso e disse para si mesmo ai vou viver lá vou, tu é que não, mas vais-me ajudar. MUAHHHHH!!! E desde então que começou a arquitectar a morte da avó.

Frio? Calculista? Nã, nada disso, o homem só conseguiu matar a avó na véspera das eleições, de forma a que a grande afluência às urnas quase parecesse o cortejo fúnebre da Princesa Diana. E no fim de contas, Barack, que agora é mais branco que o Michael Jackson, até já tem uma outra avó, a Mom Biden, que se bem se lembram durante a convenção democrata acarinhou quase mais o candidato a presidente que o candidato a vice, o que é normal uma vez que suspeito seriamente que a senhora está esclerosada, pois toda a gente saiu do palco e a velhotinha ficou para trás a acenar ao público.

Inexperiente no campo político? Demasiado branco? Nã, nada disso. Ele simplemente viu este comic sobre a história dos Estados Unidos, do fabuloso Bowling for Columbine, e decidiu fazer a continuação.


A big chunk of whatever success I’ve achieved is because of her – afirmou ontem Barack e há quem jure ter ainda ouvido I used to love her, but I had to kill her!

Sabem que vos digo: DON’T VOTE!



OR VOTE!


But don't forget, Obama killed his grandmother.